Seo? É de comer?

Você sabe o que é Seo? Essa sigla significa Search Engine Optimization, que nada mais é a otimização dos sites que serve para aumentar os acessos do seu site com um conjunto de técnicas e formas para melhorar a relevância e posicionamento nos mecanismos de pesquisa, tais como: Google, Yahoo e Bing.

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O Seo vai utilizar de técnicas para colocar sua página em relevância e evidencia, essas técnicas vão ajudar a melhorar os cliques e a credibilidade do seu site.

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Pirâmide Invertida X Pirâmide Deitada

     Quando se começa a estudar jornalismo logo se aprende o conceito de “Pirâmide Invertida”. Você deve estar se perguntando “o que é isso?”, vou fazer um breve resumo: O termo “pirâmide Invertida” apresenta uma pirâmide de cabeça para baixo, que representa a relevância das informações. No topo fica o lead (ou lide) que fala basicamente tudo que o texto vai tratar. As informações mais importantes aparecem primeiro e, em seguida, ficam as informações secundárias, qualificadas como menos importantes. Esse conceito é muito trabalhado no jornalismo, porque permite que o leitor saiba o que será abordado no texto logo no primeiro parágrafo.

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(Pirâmide Invertida)

 

Em contrapartida, temos o conceito de “Pirâmide Deitada”, muito utilizado no webjornalismo. Nela o jornalista não diz ao leitor o que é importante ser dito. Ele coloca todo o conteúdo apurado no portal e o leitor decide o que vai ler e qualificar como importante. É um conceito consideravelmente novo, porém já muito utilizado por diversos portais na web, por ser dinâmico e mais interativo.

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(Pirâmide Deitada)

A pirâmide deitada permite que o leitor navegue pela notícia de forma não linear, sem se perder nas informações tratadas ali. Exemplos de portais que fazem uso de Pirâmide Invertida e Pirâmide Deitada. O G1 utiliza muito pirâmide invertida nas suas notícias.

Os novos jeitos de fazer jornalismo

A evolução da internet fez com que ocorresse diversas mudanças no jeito de fazer notícia.  Como já expliquei anteriormente em outros posts, a interação com o leitor permite ao jornalista criar diferentes jeito de transmitir sua informação. Essas formas inovadoras fazem com que o acesso a informação não seja chato e nem entediante.

Como estudante de jornalismo, já tive acesso a vários tipos de modelos novos de fazer jornalismo. Um dos que mais gosto são os canais no Youtube, totalmente interativo e moderno, onde o jornalista passa a informação do jeito que quiser, usando edições mirabolantes e criativas.  Um dos canais que fazem isso de um jeito divertido e irreverente é o OK! OK! É um canal que fala sobre celebridades e atualidades.

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A narrativa do canal apresenta piadas e muitas gírias, coisas que aproximas ainda mais o público da notícia. É um jeito novo de fazer jornalismo com interação com o leitor.

Outro canal que faz isso é o da Fernanda Catania, a Foquinha, saiu das redações da revista Capricho e romou totalmente paras as mídias digitais, fazendo um conteúdo “semelhante” ao que fazia na revista. Ela sempre trás entrevistas com artistas nacionais e internacionais, fazendo perguntas que o seu público manda e também fazendo desafios engraçados com esses artistas.

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No Youtube se encontra canais com diversos temas, tem espaço para todos. Permitindo mais uma novas formas de fazer jornalismo.

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O canal Me Poupe! É da jornalista Nathália Arcuri, que é especialista em finanças pessoais, com uma linguagem informal ela fala com o seu público de forma clara e sucinta ensinando a como economizar o seu dinheiro.

 

 

Navegação não-linear, o que é? Pra que serve?

No jornalismo é sabido diversos assuntos, entre eles se tem a navegação não linear, é um novo tipo de interação que permite o leitor escolher o que quer ver primeiro contrariando a navegação linear onde o leitor segue a estrutura proposta acessando todas as notícias em ordem.

Na navegação não linear é permitido ao leitor acessar as notícias da forma que quiser, sem precisar seguir nenhum tipo de estrutura. Isso permite muita interação e muita utilização de conteúdos midiáticos que ajudam a visualização ficar mais dinâmica.

Para se aprender na prática o que é uma navegação não linear, vamos exemplificar aqui:


Governador de Brasília, Rodrigo Rolemberg, é pego com diversos tabletes de maconha em seu carro.


Essa matéria acima é um tipo de fake news, ao clicar nela o leitor seria reedirecionado ao um site que conteria um meme do troll e logo abaixo explicaria o que é a fake news, para que servem, como surgem e como influenciam o jornalismo. Mostraríamos diversas fake news usando exemplos de outros temas como: celebridade, política, saúde, cidade e etc.

Ao clicar nessas fake news você saberia também quais são os portais que mais fazem as fake news e como diferenciar uma fake news.

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Webjornalismo e jornalismo online são a mesma coisa?

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    Webjornalismo e jornalismo online podem parecer iguais em tese, mas na prática são coisas totalmente distintas. Quando a internet foi aberta ao público, várias novidades vieram com ela, incluindo o jornalismo online, que nada mais era do que a cópia do jornal impresso, muita das vezes colocada de forma resumida; não permitia nenhum tipo de interação com o leitor e nem modificações.

    Com o passar dos anos, a internet foi evoluindo, ficando mais rápida e mais acessível. Consequentemente, o jornalismo também mudou. O jornalismo online foi se tornando uma prática arcaica e uma nova versão do jornalismo foi tomando forma: o webjornalismo.

     Webjornalismo permite a interação com o leitor, o acesso à informação é mais rápido e dinâmico, permitindo que o leitor leia de onde estiver e compartilhe em suas redes sociais comentando se concorda ou não com o que foi publicado. As interações são feitas por meio das redes sociais o que permite uma visibilidade maior.

   Outras características importantes do webjornalismo são: a hiperlinkabilidade, multiamidiabilidade e muito em breve a utilização de realidade aumentada será utilizada.